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2º Encontro Regional do Apostolado da Oração

Aconteceu nos dias 9 e 10 de julho de 2016, no CENE, em Cuiabá, o 2º Encontro Regional do Apostolado da Oração, com a presença de quatro pessoas da Diocese de Rondonópolis, doze de Cáceres, dois de Sinop, um de Diamantino, e dois da CNBB. O tema do Encontro foi “A Missão e a Misericórdia”, e que foi assessorado por Pe. Jair Fante (Secretário Executivo do Regional Oeste 2 da CNBB) e Pe. Edson Luiz (Diretor Diocesano de Cáceres).
Olhando a realidade atual, tão bem orientada pelo Papa Francisco, refletiu-se a importância de agir conforme o coração generoso de Deus: com misericórdia. Da importância de falar com as pessoas; compartilhar a palavra de Deus e da vida com todos; trabalhar com misericórdia. Todos estes são modos de viver essa experiência da bondade de Deus no mundo, na comunidade e em todas as situações da vida.
Em um momento de Retiro da Misericórdia, onde se fez uma experiência mais prática desse amor de Deus para conosco. Cremos num Deus cheio de compaixão e misericórdia. Profundamente amoroso e quer nos salvar. Nos liberta do egoísmo, das mentiras e corrupções do mundo, e nos torna homens e mulheres de fé e de esperança, num mundo de paz e de confiança. Com pessoas libertas e felizes. 
Ao termino do Encontro Regional do Apostolado da Oração no domingo, foi feito o envio de todos para sua terra de missão, as Dioceses.

Papa convida poloneses a olhar com esperança o futuro

Seminário Regional de Catequese


No último final de semana 23 e 24 de julho aconteceu no Centro Nova Evangelização (CENE) – Cuiabá, o Seminário Regional de Catequese, tendo como tema: A Dimensão Celebrativa na Iniciação à Vida Cristã.
Irmã Ivone Hofer, coordenadora regional de catequese deu as boas-vindas e almejou um encontro cheio de graças e proveito. Participaram todas as dioceses e a prelazia, contou também com a presença de Padre Osmar Bezutte como assessor, do Bispo referencial da catequese – Dom Juventino Kestering além dos padres Jair dos Santos Arruda de São Félix do Araguaia e da diocese de Diamantino, Pe Odilo Hoepers. Após a oração inicial Irmã Ivone organizou o cronograma do encontro bem com outros serviços. Dom Juventino em nome dos bispos do Regional fez a saudação inicial e situou o encontro no contexto da caminhada pastoral do Regional.
Irmã Ivone encaminha a partilha das Dioceses/Prelazia de forma criativa e sintética as dioceses colocaram a realidade, com os avanços, desafios e passos. Percebeu-se que passos significativos estão acontecendo, mas ainda há um longo caminho a percorrer para que a iniciação à vida cristã, como novo modo de catequese, seja implantada no processo educativo da fé no Regional Oeste 2. Há lindas iniciativas na dimensão da celebração, dos ritos, da participação da comunidade, da elaboração de material, da inserção na comunidade, de formação de cristãos adultos, éticos e comunitários.
Dom Juventino fez considerações e argumenta que o importante não é quantos passos já foram dados e sim a decisão de iniciar a caminhada da iniciação a vida cristã como projeto da Igreja envolvendo pastorais, movimentos e os presbíteros. Afirma que “que a iniciação é um processo que exige mudança no catequista, na família, no planejamento da catequese, na coordenação diocesana de pastoral, nos presbíteros e toda da diocese. Compreender que a fé é um introduzir, um processo com ritos, caminhada, momentos celebrativos, momentos de instrução, símbolos, oração. O catequista precisa vivenciar o processo. A catequese exige uma mudança de foco em toda a diocese” Lembrou também que a catequese precisa ir até aos assentamentos, aldeias indígenas, novos bairros e ir ao encontro das pessoas.
Após, Pe. Osmar Bezzute aprofundou o tema do Seminário: “A Dimensão Celebrativa na Iniciação à Vida Cristã”. No inicio da tarde Pe Osmar Bezutte continua o estudo esclarecendo sobre catequese e liturgia. “A liturgia é a ação do povo, com todos os sentidos envolvidos no que está acontecendo, todo o teu ser está em ação. A relação entre catequese é liturgia tem uma sólida ligação/tradição. O desafio é resgatar a intercomunhão da catequese com a liturgia”, apresentando também linhas formativas.
Afirma que “na liturgia celebrar a vida e fortalecer a fé, na catequese questionar a fé e transformar a vida. Sem um compromisso concreto e histórico com a comunidade e o mundo não há transformação, não há celebração pascal do mistério de Cristo na vida da gente. O RICA apresenta um tesouro precioso da tradição da Igreja que ajuda a perceber a catequese como um processo de iniciação à vida comunitária, onde a liturgia é ponto alto. Partindo da própria vida ajuda a encontrar no mistério pascal do Senhor, a alegria de viver, manifestado no compromisso com os irmãos a força da experiência do encontro com o Ressuscitado”.
O desafio de uma catequese celebrativa é tornar a catequese viva, fazendo com que as crianças, jovens e adultos tenham vontade de voltar a se encontrar com Deus, com a comunidade e com os irmãos. Pe. Osmar ainda insistiu na importância: O que é celebrar? O que celebramos? Quem celebra? Como celebramos? Quando celebramos? Onde celebramos? Por que celebramos?
Esclareceu também que a “catequese deve esclarecer a fé, dirigir o coração para Deus. Incentivar a participação nos mistérios litúrgicos, animar para o apostolado e orientar toda a vida segundo o Espírito de Cristo”.
Dom Juventino afirma que é “preciso a mudança da mentalidade, mudar a prática e como catequista estar dispostos a mudanças, pois é um processo de conversão para o caminho da Iniciação à Vida Cristã. Que se tenha um projeto amplo com todas as lideranças, padres e bispo para que o processo aconteça. O catequista precisa ser perseverante e aos poucos fazer acontecer a mudança”.
Um dos maiores obstáculos é a visão pastoral, o descompromisso dos catequistas, da comunidade. O que não se conhece, a gente não o faz. A catequese carece de um processo planejado e ausência da realização dos ritos. Conforme Pe. Osmar “através do batismo, como leigos somos consagrados, portanto ministros ou catequistas que tem conhecimento e realizar os ritos nas comunidades”. Dom Juventino insiste que a missão do presbítero na comunidade é fundamental, mas os leigos têm sua importância na caminhada. É preciso ter planejamento das atividades.
Que passos a catequese precisa dar para ser celebrativa?  Precisa conhecer e fazer conhecido Jesus Cristo, pois a experiência de Jesus convoca para a missão de catequista mistagogo. Ainda: envolver a família, a união com as outras pastorais, conhecer e vivenciar os ritos celebrativos, aprofundar os estudos dos documentos da Igreja.
Em continuidade Irmã Ivone trabalhou o tema: “A Iniciação Cristã: Desafio Permanente”. Afirma que a “formação é permanente e precisa-se aprender, pois é um processo, um caminhar, um desafio, um educar neste caminho. No caminhar, apresenta-se um encantamento. Processo permanente que envolve a comunidade e requer conversão pessoal e estrutural”. Insistiu ainda que a “iniciação cristã não foi inventada nos dias atuais, ela vem desde o início da catequese, pois a iniciação leva a uma experiência com Cristo, é encontro, experiência de vida que encanta, empolga e apaixona o catecúmeno. É o início de uma caminhada, um itinerário, com diversas etapas, através das quais o catequizando adquiria maturidade, profundidade, transformação de sua vida, tornando-se um cristão adulto, discípulo/a missionário/a”. Alertou ainda que a “Iniciação é participar como membro ativo da vida eclesial, aprofundando o conhecimento, a celebração e a vivência da Palavra de Deus na interação fé e vida. A Iniciação é uma ação específica, que deve estar articulada com todas as demais ações eclesiais”.
A catequese precisa levar os catequizandos a entenderem que o sacramento é a consequência de uma caminhada na comunidade. A catequese deve fazer ecoar na comunidade.  Quanto à Mistagogia: Tempo de inserção na vida da comunidade e na missão o plenário sinalizou: Incentivar os catequizandos para a missão. Que a catequese seja para formar verdadeiros cristãos, fazer com que os jovens permaneçam na comunidade, que a família ajude na catequese.
Nesse processo de iniciação à vida cristã é preciso atender a todos e não formar somente para a vida interna da igreja, mas para ser ético na profissão, no trânsito, respeito com o próximo, respeito nos negócios, na festa, na política. A iniciação é uma nova linguagem na Vida Cristã e leva tempo para acontecer a mudança, o aprendizado, requer perseverança e mudança de paradigma. Iniciação à vida Cristã sinaliza para uma nova maneira de viver a fé para o mundo de hoje.
No período da noite dom Juventino e irmã Ivone repassaram o resultado do Encontro dos Coordenadores Regionais de Catequese realizado em fevereiro deste ano em Brasília, bem como as prioridades para o próximo quadriênio, o documento 105 da CNBB sobre os leigos e leigas, a publicação das diretrizes do Regional Oeste 2 e informações sobre a Rede Eclesial Pana-amazônica (REPAM) com o objetivo de integrar as ações da Igreja na Amazônia.
O encerramento do dia aconteceu com a confraternização entre as Dioceses, onde cada uma trouxe algo para partilhar, sendo um momento de alegria e troca de experiências entre os participantes.
No domingo iniciou-se o dia com a Celebração Eucarística presidida por dom Juventino Kestering e concelebrada por Pe. Pe. Osmar Bezzute, Pe. Jair dos Santos Arruda e Pe. Odilo Hoepers.
Dom Juventino fez uma retomada do conteúdo trabalhado no dia anterior e em seguida tratou sobre o tema: “Catequese de iniciação à Vida Cristã, na dimensão celebrativa – desafio permanente” com base no documento da CNBB, nº 105 “CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS”. Insistiu que “o Concílio Vaticano II valorizou a fundamentação sacramental da Igreja e fez a redescoberta dos sacramentos da iniciação cristã. Na iniciação cristã tem-se a fonte e origem do discipulado e da missão. O batismo nos incorpora a Cristo, formamos um só povo, povo régio, sacerdotal. Entre todos os membros da Igreja “reina verdadeiramente igualdade quanto a dignidade e ação comum a todos os fiéis na edificação do corpo de Cristo”. Compreender e viver a Igreja é fundamental para entender e valorizar a vocação, a identidade, a espiritualidade e a missão dos cristãos leigos e leigas. Apesar do crescimento da consciência, da identidade e da missão dos cristãos leigos e leigas na Igreja e no mundo, ainda há um longo caminho a percorrer: Fazer com que a catequese se transforme em processo de inspiração catecumenal. A Iniciação à Vida Cristã há de caracterizar toda a catequese de modo que todos os membros da Igreja e os que nela se insere, aos que a ela retornam encontrem o Cristo Ressuscitado, façam verdadeira experiência do amor de Deus e se tornem autênticos discípulos missionários do evangelho de Cristo”
Após o estudo com dom Juventino, Irmã Ivone encaminhou uma avaliação e encerrou com a celebração de enviou com leituras, ritos, gestos e compromissos no Seminário Regional de Catequese do Regional Oeste 2.


Coordenação Regional de Catequese - Regional Oeste2


Projeto Conectados na Vida

Encerrou no último dia 14 de julho o Projeto Conectados na Vida, desenvolvido pela Pastoral da Sobriedade em parceria com a Escola Municipal Frei Milton Marques da Silva. O projeto contribuiu ricamente na vida das crianças que foram orientadas pela equipe da Pastoral.
O Projeto “Conectados na Vida” abordou a questão das drogas, hoje grande devastadora das famílias. Com uma linguagem simples e de fácil entendimento, um grupo voluntário de pessoas realiza um trabalho de prevenção ao uso de drogas, sejam elas lícitas ou ilícitas.
De forma acolhedora resgatou os valores, cujo respeito pela vida humana está em primeiro lugar. É um trabalho orientativo, cujo público alvo são crianças com idade entre 8 e 9 anos, alunos da 3ª fase do 1º ciclo do Ensino Fundamental.
O trabalho da equipe da Pastoral foi satisfatório, bem como, o desenvolvimento das crianças com relação aos temas abordados a cada encontro, visto que o projeto teve a duração de um semestre com encontros semanais com os alunos.  Os encontros realizavam-se todas as quintas feiras onde o grupo era esperado com expectativa por parte das crianças.
Acredito que todo o trabalho foi de grande valia, essa parceria entre a Pastoral e a Escola que muito contribui para uma sociedade mais humana. Acredito que o tripé da sociedade hoje fortalecendo os vínculos entre escola - família - igreja estas instituições juntas poderão oferecer às nossas crianças e aos nossos jovens um futuro melhor.
É importante lembrar que não só as crianças, como também suas famílias foram assistidas pelo projeto, pois as mesmas foram agraciadas com três encontros onde receberam orientações e palestras informativas, cuja abordagem centralizava nos valores, no amor de Deus, no respeito à família, no amor ao próximo.

A semente foi plantada e num futuro bem próximo, nossas crianças serão os voluntários de amanhã, jovens e adultos conscientes do que a droga faz com nossas famílias e assim serem capazes de dizer frases que muito foram ditas durante o projeto: Drogas, to fora!  Vida sim, drogas não!  Sou inteligente, não uso drogas!

Papa Francisco chega à Polônia para a JMJ 2016

Durante o voo, Francisco conversou com jornalistas
O papa Francisco já está em terras polonesas para a 31ª Jornada Mundial da Juventude. O avião da Alitália, que levou o papa à Polônia, partiu do Aeroporto Fiumino, em Roma, às 14h13 (do horário local). Em menos de duas horas, Francisco chegou no Aeroporto São João Paulo II, em Balice, perto de Cracóvia. 
Durante a viagem à Polônia, o papa Francisco encontrou jornalistas de 15 países presentes no voo. Na ocasião, o pontífice, agradeceu o trabalho nesta Jornada da Juventude. “A juventude sempre nos fala de esperança. Esperemos que os jovens nos digam algo que nos dê um pouco mais de esperança, neste momento”, disse.
O papa também agradeceu a todos aqueles que expressaram seu pesar, pelo fato ocorrido na França, de modo especial o presidente da França. “Ele quis telefonar para mim, como um irmão. Agradeço a ele”, disse. 
Ao final, o Francisco fez questão de deixar claro que esta não é guerra de religiões, especialmente lembrando os últimos acontecimentos no mundo. “Uma só palavra gostaria de dizer para esclarecer. Quando eu falo de guerra, falo de guerra seriamente, não de guerra de religiões. Existe guerra de interesses, existe guerra pelo dinheiro, existe guerra pelos recursos da natureza, existe guerra pelo domínio dos povos: esta é a guerra. Alguém pode pensar: 'Está falando de guerra de religiões': não! Todas as religiões, queremos a paz. A guerra, a querem os outros. Entendido?”.
Ao chegar em Balice, perto de Cracóvia, o pontífice foi recebido pelo presidente polonês, Andrzej Duda, acompanhado pela esposa, e o arcebispo de Cracóvia, cardeal Stanislaw Dziwisz. Na ocasião, houve uma cerimônia oficial e informal, em que foram entoados os hinos dos dois Estados e apresentadas as respectivas delegações.
Estavam presentes na cerimônia algumas autoridades do Estado, como o arcebispo de Poznán e presidente da Conferência Episcopal polonesa, dom Stanislaw Gadecki; o cardeal Stanislaw Rilko, presidente do Pontifício Conselho para os Leigos; cardeal Kazimierz Nycz, arcebispo de Varsóvia; dom Josef Clemens, secretário do Pontifício Conselho para os Leigos; os monsenhores Artur Gregorz Mizinski e Damian Andrzej Muskus, coordenadores da viagem à Polônia e da JMJ, com alguns bispos poloneses e um grupo de fieis.

Com informações e foto da Rádio Vaticano

Missa Sertaneja na Paróquia de Campo Novo do Parecis

Aconteceu neste fim de semana, dias 23 e 24 de Julho na Paróquia São Cristóvão de Campo Novo do Parecis - Diocese de Diamantino, a Missa Sertaneja em honra ao padroeiro São Cristóvão. A Celebração festiva contou com a animação do Pároco Frei Irineu e presidida pelos Freis Manoel e Natalino.


Momento de ação de graças também a Deus pelos dons e frutos concedidos através da Sua Providência e do trabalho humano, pedindo bençãos especiais pela intercessão de São Cristóvão.

Cerca de sete mil brasileiros participam da Jornada Mundial da Juventude

Evento ocorre em Cracóvia, Polônia, e terá a presença do papa Francisco
Com o tema “Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia”, o maior evento da juventude católica começa hoje. De 25 de julho a 1º de agosto, jovens do mundo inteiro se reúnem em Cracóvia, na Polônia, para a 31º edição da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Esta é a segunda vez que a Polônia receberá o evento. 
Para o bispo de Caxias (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Vilsom Basso, a expectativa com a Jornada Mundial da Juventude é muito grande. “Queremos de verdade que essa jornada coloque no coração da juventude esse ardor, esse amor missionário, lembrando a frase do nosso querido papa Francisco: ‘Ide sem medo para servir uma Igreja jovem, uma Igreja missionária, uma Igreja comprometida com uma vida melhor para toda nossa juventude’”, enfatiza dom Vilsom.
Dos 600 mil jovens inscritos na Jornada Mundial da Juventude, aproximadamente sete  mil são brasileiros. O Brasil também é representado por 28 bispos. Cerca de 150 voluntários brasileiros estão participando da organização da JMJ, que acontece no Ano Santo da Misericórdia - proclamado pelo papa Francisco - tornando-se um verdadeiro e próprio Jubileu dos Jovens em âmbito mundial. “O papa quer angariar, quer unir-se a essa multidão de jovens do mundo todo que estarão lá e querem espalhar esse sentimento de misericórdia por um mundo melhor, uma Igreja solidária, uma Igreja misericordiosa, uma Igreja de portas abertas”, afirma dom Vilsom.
Não é a primeira vez que uma jornada coincide com um Ano Jubilar. De 1983 a 1984, São João Paulo II convocou,pela primeira vez os jovens do mundo todo para o Domingo de Ramos. Depois, durante o Grande Jubileu dos anos 2000, mais de dois milhões de jovens, provenientes de cerca de 165 países, reuniram-se em Roma para a XV Jornada Mundial da Juventude. Por esta ocasião, este ano, a JMJ 2016 celebrará a vida e missão daquele que instituiu as jornadas pelo mundo. São João Paulo II será homenageado na missa de abertura do evento, na terça, 26.
A programação da JMJ, que durará uma semana, contará com missa de abertura, cerimônia de boas-vindas, via-sacra, vigília e missa final. Desses atos principais,o papa Francisco irá participar de todos. Além disso, os jovens também poderão participar de catequeses coordenadas por brasileiros e por bispos do Brasil. Por aqui, inclusive, dioceses e arquidioceses promovem encontros, com o objetivo de oferecer aos jovens que não puderam ir à Cracóvia a mesma experiência de partilha. 
“Peço a Santa Faustina, com a sua pregação na misericórdia e São João Paulo II, aquele que passou essa paixão, esse amor, esse acreditar na juventude, que abençoe essa Jornada Mundial e que faça com que haja muitos frutos no coração da Igreja com a participação da juventude. Que Deus de fato abençoe a juventude do mundo, em especial, a juventude de nosso país”, finaliza dom Vilson Basso.
Confira a vídeo-mensagem do papa Francisco aos jovens da JMJ 2016.

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