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Biografia dos Bispos

Cuiabá

Em 05 de abril de 1910, pela Bula " Novas Constituere " o Papa Pio X, elevou a Diocese de Cuiabá a Arquidiocese e Sede Metropolitana. 
A Mitra ou Cúria Arquidiocesana
Esta é uma casa construída no governo de Dom Francisco de Aquino Correa, SDB, com ajuda de colaboradores da França, Alemanha, Itália e também o apoio do governo brasileiro, o Gal. Eurico Gaspar Dutra, presidente da Republica (1946-1951), o qual era cuiabano e muito amigo do Arcebispo, contribuiu muito para que fosse edificada esta casa, sendo de extrema necessidade para o clero do Estado de Mato Grosso .
No sentido figurado o termo MITRA subentende o poder do papa. A dignidade, a jurisdição, o patrimônio de um bispo, arcebispo ou patriarca. Podemos entender também insígnia eclesiástica com que os bispos e outros prelados cobrem a cabeça em certas cerimônias. Podemos entender ainda a Dignidade ou jurisdição episcopal; diocese; Do grego mitra, «turbante», pelo latim mitra-, «mitra»;
No sentido figurado o termo Cúria podemos entender o Conjunto de funcionários e reitores, laicos e religiosos, que formam parte da administração e o governo da Igreja católica.


Veja Mais: www.arquidiocesecuiaba.org.br

Atendimento: 
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1.Arcebispo Metropolitano de Cuiabá : Dom Milton A. Santos,sdb
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Cáceres


A Diocese de São Luiz de Cáceres, com a superfície de 135.259,9 km2, foi criada em 05 de abril de 1910 pela Bula 'Novas Constituere' do Papa Pio X. Desmembrada da então Diocese de Cuiabá, situa-se e ao Sul Ocidental do Estado de Mato Grosso. Limita-se, ao norte, com as Dioceses de Ji-Paraná, em Rondônia, e Diamantino, no Mato Grosso; ao sul, com as Dioceses de Rondonópolis - MT, e Corumbá - MS; a leste com a Arquidiocese de Cuiabá e, a oeste, com a Diocese de San Ignacio de Velasquez, na Bolívia.
Compõe-se hoje de 22 paróquias (a população de 400 mil habitantes) em 26 Municípios: Araputanga, Barra do Bugres, Cáceres, Campos de Júlio, Comodoro, Conquista D'Oeste, Curvelândia, Figueirópolis D'Oeste, Glória D'Oeste, Indiavaí, Jauru, Lambari D'Oeste, Nossa Senhora do Livramento, Mirassol D'Oeste, Nova Lacerda, Nova Olímpia, Poconé, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Porto Estrela, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, São José dos Quatro Marcos, Salto do Céu, Vale de São Domingos, Vila Bela da Santíssima Trindade.
Desde a fundação, a diocese foi marcada pela presença e atuação da Terceira Ordem Regular de São Francisco, (TOR) com três Bispos e inúmeros missionários. A evangelização se consolidou com a chegada e atuação de outros missionários e missionárias oriundos da Europa e do Brasil. Graças a essa presença missionária, a fé católica se difundiu e se tornou fundamento sólido na vida e na caminhada do povo simples e humilde que faz a história desta diocese.
Em março de 1911 foi nomeado Dom Modesto Augusto Vieira, mas não chegou a tomar posse devido às circunstâncias adversas. A diocese recém-criada não dispunha de "casa para morar, catedral para rezar, nem meios para viver": não oferecia as condições mínimas para a instalação e sustentação dos trabalhos curiais e pastorais. Consta ainda que um padre foi chamado a assumir a nova diocese, mas não aceitou a consagração episcopal.
O primeiro Bispo, de fato, foi Frei Luiz Maria Galibert. Em 1905, veio para as missões de Mato Grosso. Era da TOR e exercia as funções de Provincial Regional dos padres franciscanos franceses que aqui trabalhavam. Eleito pelo Papa Bento XV, foi sagrado Bispo em 15 de agosto de 1915, tomou posse no dia 3 de outubro. Pioneiro infatigável que percorreu longas distâncias, até Rondônia, em seu zelo pela salvação das almas, permaneceu na função até 07 de maio de 1954. Cansado e vencido pela arteriosclerose, renunciou e retirou-se para o convento de La Drèche, na França, sua terra natal. Declarado Servo de Deus no pontificado de João Paulo II, tramita hoje na diocese de Albi, França, o processo de sua beatificação.
Em 1910, a Diocese tinha apenas quatro paróquias: Vila Bela da Santíssima Trindade, fundada por lei provincial, em 1734; São Luiz de Cáceres, criada em 16 de setembro de 1779, provisão confirmada pelo Prelado Diocesano em 04 de agosto de 1780; Poconé, pela resolução provincial de 09 de agosto de 1817; Nossa Senhora do Livramento, por lei provincial de 28 de agosto de 1835. Hoje a diocese é formada por 22 paróquias e sua área territorial abrange 26 municípios. No censo do IBGE, em 1996, a população da Diocese era de 330.032 mil habitantes. No senso de 2002 já era de 366.799 mil habitantes.
Em 1955, Mons. Máximo Biennès-TOR foi nomeado Administrador Apostólico e permaneceu na função por 12 anos. Tornou-se Bispo Diocesano em 10 de novembro de 1967, sendo consagrado em 25 de janeiro de 1968. Segundo Bispo da Diocese de Cáceres, ele a dirigiu por 36 anos.
A partir dos anos 60, dois importantes acontecimentos desencadearam intenso crescimento das atividades pastorais na diocese: o Concílio Vaticano II (1962-65), com seu extraordinário alcance pastoral, e o aumento da população da diocese, causado pela entrada de grandes levas de migrantes oriundas, sobretudo, do sul e do sudeste do país. Nos dias 11 e 12 de dezembro de 1966 realizou-se a primeira Assembléia Diocesana. Ali foram fixadas três linhas pastorais: Unidade, Catequese e Evangelização. As assembléias, como importante instrumento de unidade e comunhão foram se sucedendo. E, para que a prática pastoral se tornasse mais eficaz, foram estabelecidas metas prioritárias. Em 1974 foi introduzido o Plano de Pastoral que se baseava na realidade bem concreta da diocese e orientava a sua caminhada.
Com os novos desafios da realidade eclesial e social, Dom Máximo passou a dedicar grande parte de seu apostolado à formação de agentes pastorais e lideranças comunitárias. Recebeu a ajuda de novos padres. Surgiram novas paróquias. Acolheu diversas comunidades religiosas na diocese. Introduziu o movimento da Boa Nova, que marcou a diocese a partir da década de 70, proporcionando desenvolvimento e organização de centenas de Comunidades. Surgiram os Conselhos Paroquiais de Pastoral. Foram despontando as primeiras vocações sacerdotais e religiosas. Inúmeros leigos e leigas se comprometiam com a tarefa da evangelização. Eram os primeiros frutos de um trabalho incansável de Dom Máximo, apoiado pelos seus presbíteros, pelas comunidades religiosas, e por grupos cada vez mais numerosos de leigos e leigas engajados nos trabalhos pastorais.
Em 14 de fevereiro de 1979 a diocese recebeu um Bispo Auxiliar. Era Dom José Afonso Ribeiro-TOR, mato-grossense, filho de Poconé. Fora solicitado por Dom Máximo, cuja saúde andava debilitada devido ao intenso trabalho na imensa diocese. Dom José foi ordenado Bispo no dia 05 de maio de 1979. Permaneceu na Diocese até 06 de julho de 1988, quando então foi transferido para o Amazonas, como Bispo Prelado de Borba.

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Diamantino


Na década  de  vinte,  do  século  passado,  o  Papa  Pio  XI chamou a Companhia de Jesus, ordem religiosa fundada por Santo Inácio de  Loyola em 1540,  para assumir uma  Prelazia  no  Brasil. Diante  de  vários  convites,  entre  eles,  Goiás  e  Espírito  Santo, prevaleceu o apelo de Dom Aquino Corrêa, Arcebispo de  Cuiabá. Dom  Aquino  escolheu  a  região  de  Diamantino,  com  uma  vasta extensão  de  terras  abarcando  todo  o  médio  norte  e  o  norte  do Estado. A  sede da  Prelazia ficou  sendo  a vila de Diamantino, na época com apenas cerca de 400 habitantes. Toda a vasta extensão abrangida pela Prelazia não tinha nesta época mais de mil habitantes brancos e cerca de cinco mil índios de diversos povos. A Companhia de Jesus aceitou o pedido de Dom Aquino a 22 de março de 1929.. 
O Administrador Apostólico  Pe.  João Batista Du Dreneuf faleceu em 1948, sendo sepultado na parede, à direita da Matriz da Imaculada Conceição. Em seu lugar assumiu o padre Alonso Silveira de Mello como Administrador apostólico e em seguida como primeiro bispo da Prelazia em 1955, mediante a Bula “Dilecto Filio Alphonso”. Dom Alonso criou as Paróquias de Alto Paraguai (1953), Arenápolis (1957),  Nortelândia (1962)  e as  Reitorias  de Porto dos  Gaúchos, Paranatinga e Tangará da Serra (1968).

Depois de Dom Alonso assumiu Dom Henrique Froehlich (1971), que criou  as Paróquias de São José do Rio Claro (1975), Denise (1977) e Santo Afonso (1980).

Em 16 de outubro de 1979 a Prelazia foi elevada ao grau de Diocese,  sendo  Dom  Henrique  Froehlich  seu  primeiro  bispo diocesano.

Com  a  criação  da  nova  Diocese  de  Sinop,  em  06  de fevereiro de 1982, desmembrada de Diamantino e a nomeação de Dom Henrique, como seu primeiro bispo, assumiu Dom Agostinho Kist, em 1982, que criou as quase paróquias de Lucas do Rio Verde e Nova  Mutum,  em  1984;  Brasnorte,  Tapurah  e  Campo  Novo  do Parecis, em 1989. Em 1998 assume como terceiro bispo diocesano, Dom  Canísio  Klaus  que  logo  elevou  à  categoria  de  paróquia  as quase-paróquias  acima  citadas  e  em  1999  criou  a  Paróquia  de Sapezal. Hoje a Paróquia de Brasnorte pertence à Diocese de Juína. O quarto Bispo Diocesano, Dom Vital Chitolina foi nomeado em 28 de dezembro de 2011 e tomou posse em 24 de fevereiro de 2012.

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Juína

A atual Diocese de Juína pertencia antes de sua criação ao Regional do Estado do Mato Grosso da Diocese de Ji-Paraná e parte da Diocese de Diamantino. Os primeiros habitantes desta região foram os povos indígenas. Embora muitos já tenham sido dizimados, ainda existe uma população aproximada de 4.000 índios. Alguns destes povos têm ainda suas terras invadidas por fazendeiros, posseiros, garimpeiros e madeireiros. Nem todos têm as terras demarcadas e homologadas.

 No final do século XIX, muitos migrantes nordestinos chegaram nesta região para a extração da borracha. Vindo a crise, alguns retornaram aos Estados de origem, outros se fixaram por aqui, constituindo a população dos “seringueiros”, atualmente denominados “ribeirinhos”.

 Outro grupo presente na Diocese é o dos garimpeiros. Vieram de diversos Estados em busca de ouro e diamante. Com esta ilusão, também habitantes da região deixaram suas funções e famílias para arriscarem a sorte nos garimpos.

 A grande ocupação da região Noroeste aconteceu, sobretudo, a partir da década de 80 com os grandes projetos governamentais de exploração e ocupação do Norte. Esses projetos foram estimulados pela Companhia de Desenvolvimento de Mato Grosso (CODEMAT) e algumas colonizadoras privadas. Esta foi também a saída encontrada para superar a crise dos Estados do Sul, sobretudo do Paraná, que substituíram as culturas que empregavam muita mão de obra (café, algodão), pelo boi e pelas culturas mecanizadas (soja, trigo). Isto significou o desemprego para milhares de famílias.

 A situação de desemprego rural no Sul e a forte ideologia do governo militar que tinha medo de perder a Amazônia (“integrar para não entregar”) provocaram a migração violenta e desorganizada, a ocupação irracional e predadora destas terras e de suas riquezas. Não houve nenhum respeito, nem pelos povos indígenas e seringueiros, nem pela natureza.

 Hoje há uma forte reemigração, sobretudo vinda de Rondônia, em direção ao Norte da Diocese: Colniza, Nova União, Conselvan, Panelas e Guariba.

 O sangue derramado pelos mártires, Padre Ezequiel Ramin e Irmão Vicente Cañas deram vida nova a esse Regional. Dessa experiência herdou-se uma ação pastoral muito ativa e libertadora. As distâncias e as diferenças de Estados, porém, sempre foram o problema maior para uma plena comunhão e participação. Por isso, atendendo ao desejo do povo e dos agentes de pastoral, D. Antonio Possamai, bispo de Ji-Paraná, iniciou o processo de desmembramento, que durou aproximadamente oito anos.

 A Diocese de Juína foi finalmente criada no dia 23/12/97 pela Bula “Ad PleniusConsulendum”, do Papa João Paulo II. Foi desmembrada da Diocese de Ji-Paraná e também da Diocese de Diamantino.

Veja Mais: http://www.catedraldejuina.com.br/

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Barra do Garças


Primavera do Leste / Paranatinga


Paróquia é o conjunto de várias comunidades, delimitado por um território entregue aos cuidados de um pároco (em alguns casos, auxiliado por um ou mais vigários paroquiais) que tem a missão de animar, de servir, de celebrar, de orientar, de formar o Povo de Deus, junto com as lideranças nos diversos setores de pastorais, de movimentos eclesiais, de serviços eclesiais e de associações religiosas.

Algumas Paróquias contam com a presença de comunidades de Irmãs Religiosas que, além da missão específica, ajudam na pastoral. A paróquia São Cristóvão conta com a presença das Irmãs Ursulinas do Coração de Jesus Agonizante e das Beneditinas da Divina Providência.

Comunidades da Paróquia São Cristóvão



Comunidade Imaculada Conceição de Maria, Av. São João, Centro;

Comunidade Nossa Senhora de Caravággio, Av. Mato Grosso, 415, Primavera II;

Comunidade Santa Terezinha, Rua Seriema, s/n, Tuiuiú;

Comunidade Nossa Senhora Aparecida, Rua Pinheiro s/n, Primavera III;

Comunidade Santo Antônio, Fazenda Cosentino;

Comunidade São Roque, Vila União;

Comunidade São João Batista, Fazenda São João;

Comunidade Nossa Senhora Rainha da Paz, Fazenda São Caetano;

Comunidade Nossa Senhora Aparecida, Fazenda Verdério;

Comunidade Nossa Senhora Aparecida, Fazenda Iberê;

Comunidade Santa Inês, Fazenda Luciana;

Comunidade São José Esposo, Fazenda São Jose;

Comunidade Santa Rita de Cássia, Fazenda Cidade Verde;

Comunidade Sagrada Família, Jardim Vitória.


Veja Mais: http://www.paroquiasaocristovao.com.br/

Atendimento:
Av. São João, nº 440 . Centro . Primavera do Leste – MT
Fone/Fax: [66] 3498-1177 .
E-mail: par_saocristovaopva@hotmail.com

Rondonópolis / Guiratinga


A história da  Diocese de Rondonópolis  remonta ao século XVIII, quando se tem registros  da presença de uma missão jesuítica  e da realização de uma missão  nos arredores de Chapada dos Guimarães no ano de 1749 (KNOB, 1988). Pelos dados pesquisados,  as celebrações eram realizadas na capela dos jesuítas e  somente em 1779 foi construída uma Igreja para atender aos fiéis. No início do século XIX as aldeias missionárias foram elevadas à categoria de paróquias e a capela de Santa Ana passou a ter prerrogativa de Igreja Matriz, sob a denominação de “Freguesia de Santa Ana do Sacramento da Chapada”.
Muitos padres passaram pela paróquia de Chapada e enfrentaram as dificuldades de atender uma população espalhada por imensa extensão territorial, com estradas precárias e sem meios de transporte adequados. De acordo com o Frei Pedro Knob (1988,30-39), em 1902 o bispo de Cuiabá, D. Carlos Luiz D’Amor, em visita a Roma teria solicitado missionários para a “sua imensa Diocese”. Em continuidade a essa busca por missionários, no ano de 1937, em visita a São Paulo, o bispo D. Aquino Corrêa teria solicitado a presença de freis em Mato Grosso com a oferta de paróquias e de criação de uma Prelazia. Foi nesse contexto que ocorreu a vinda de freis franciscanos para Mato Grosso.
Com a presença dos franciscanos em terras mato-grossenses, Frei Eucário pode fundar residência em Chapada e Frei Pedro Holz foi designado como pároco residente da Paróquia de Sant’Ana de Chapada. Com essas novas condições, foi  criada a Prelazia Nullius de Chapada dos Guimarães, em 13 de julho de  1940, como “Terra de Missão”, confiada aos freis franciscanos da Província Franciscana de Santa Isabel da Turíngia. Estava então lançada a semente que germinaria a Diocese de Rondonópolis.
Em 1941,  o frei Vunibaldo Talleur, mesmo antes de ser bispo, foi nomeado Administrador Apostólico da Prelazia de Chapada, com a clareza de que  a Prelazia não se restringia à Ordem Franciscana, apesar de estar muito ligada ao Comissariado Franciscano do Mato Grosso, mas que se  apresentava como “uma Diocese em formação” (KNOB,1988,179). 

Veja Mais: http://www.diocesederondonopolis.org.br/


Atendimento:
Av. Frei Servácio, 393 –Bairro La Salle
Caixa Postal, 150
78.700-970 – Rondonópolis-MT
Fone/Fax: (66) 3426 6757 – Cúria diocesana
E-mail: dioc.roo@terra.com.br
Site: http://www.diocesederondonopolis.org.br/



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